Deusas gregas... NOT!



Sim, há mulheres que devem mesmo pensar que são algumas deusas gregas ou o raio que as fulmine. Mas, afinal, que pretensão é essa de se acharem acima dos comuns mortais (vulgo, homens em geral) como se efectivamente fossem superiores? E o que faz ainda menos sentido é que continuem a agir como se de facto fossem superiores quando, ao mesmo tempo, não se cansam de berrar a tal exigência de igualdade entre os sexos. Mas o que é isso, pazinhas? Igualdade entre duas partes distintas pressupõe que nenhuma das ditas partes pretenda ser “mais” igual. Em vez disso, um gajo tem de levar todos os dias com afirmações do género: “Ah, e tal, as mulheres são mais inteligentes do que os homens! Ah, e tal, as mulheres são mais empreendedoras! Ah, e tal, as mulheres sacrificam-se mais pela família! Ah, e tal, as mulheres aguentam mais o sofrimento!” Ah, e tal… balelas em cima de balelas, às quais se acrescentam mais balelas! Então, se a questão da igualdade é assim tão fundamental parem lá de afirmar todo esse sentimento de superioridade, como se a absoluta totalidade do mundo vos pesasse nos ombros. Querem ser iguais? Então parem lá de agir como se fossem superiores no que quer que seja. Há imbecilidade, inépcia, acefalia, e quantidades olímpicas de idiotice em ambos os sexos. Acham-se melhores, é? Por um lado, esse patético delírio é parcialmente explicável. Esse devaneio deve-se à circunstância (verificada e confirmada por observação impecável da realidade) de que, em grande percentagem, as mulheres escolhem para si homens perfeitamente imbecis e, portanto, justamente dignos do epíteto de inferiores. (oh, sim, comecem já a afiar as línguas, a pensar que eu acabei de dar um tiro no próprio pé por afirmar tal coisa). Acontece que a lógica é outra. Se a mulher tem preguiça e só vai ao mercado lá para o meio da tarde, é evidente que não pode esperar encontrar a melhor fruta. (é evidente que entendo “preguiça” como um eufemismo para idiotice). Ou seja, se as mulheres preguiçosas (idiotazinhas) se limitam a escolher o que comem apenas por entre as sobras do que as mais madrugadoras (espertinhas) deixam, é evidente que vão viver com a ideia errada de que toda a fruta que há no mercado não presta. Consequentemente, andarão por aí a afirmar despropositadas noções de superioridade, quando elas mesmas são o paradigma de tudo o que existe de pequenino e inferior no sexo feminino. Pobres cadelitas ranhosas! E assim vivem na sua delirante ilusão de grandeza, sem saberem que efectivamente há por esse mundo fora excelentes cadelas dengosas a enfiar os dentinhos em fruta da melhor qualidade. (evidente que, por “fruta”, se deve entender “o melhor que há, em matéria de cães sarnentos”).

Cão Sarnento.